A TAM informou na última sexta-feira, 5, em comunicado, que o alto índice de vôos domésticos com mais de 30 minutos de atraso, registrado em janeiro, de 23,9%, foi impulsionado "pelas fortes nevascas nos Estados Unidos e na Europa.

A empresa ainda anunciou que essas ocorrências "prejudicaram pouso e decolagens dos vôos da companhia nessas rotas e influenciaram negativamente a pontualidade das conexões com vôos domésticos" nos aeroportos internacionais do Rio de Janeiro (Galeão) e Guarulhos (SP). A situação também teria se complicado com as fortes chuvas que fecharam alguns dos principais aeroportos do País.
Sobre a notícia de que a Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) pretende aumentar a fiscalização sobre as suas operações, a TAM diz contestar os critérios utilizados pela Infraero para apurar os índices de pontualidade.
A companhia alega que há "distorções" que são publicadas e divulgadas pela agência e que já pediu a revisão da metodologia do levantamento, mas reclama que até janeiro nada havia mudado.
"Entre essas distorções, as tabelas contabilizavam como sendo da companhia atrasos ocorridos em operações de empresas parceiras, inclusive em aeroportos onde a TAM nem mesmo opera", argumenta a companhia.
Com Valor
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